Neste Blog pessoal procuro informar sobre assuntos que considero relevantes. Além dos artigos escritos por mim ou por outros, procuro disponibilizar quaisquer matérias que possam ser úteis para todos que acessarem este local.
quinta-feira, 20 de julho de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
A Consciência
A consciência é o bem mais precioso que Deus, nosso Criador, nos ofertou. A consciência constitui o Ser Real, verdadeiro, imutável, imortal, onipresente e onisciente. A consciência constitui o caminho único de união com Deus. É pela consciência que fazemos ligação espiritual, canalizamos todos nossos sentimentos, percebemos nossa individualidade e ao mesmo tempo, nossa comunhão espiritual com todos os seres. A consciência é única – como um oceano infinito, no qual nos encontramos mergulhados, em conexão com todas as demais criaturas de Deus. A consciência de um é a consciência de todos; não temos uma consciência particular, só nossa, embora assim nos pareça ser. É como uma NET, uma grande teia, que todos utilizam mas não pertence a ninguém em particular. A consciência, sendo única, universal, infinita e, portanto, onipresente, nos dá a sensação da individualidade, mas esta sensação é ilusória, causada pelas tribulações gerenciadas pelo ego material. Quanto maior a potência conferida pelo ego material, maior interferência ocorre na zona de percepção da consciência e, por conseguinte, quanto menor for, mais ampla se torna a sensibilidade espiritual, ou seja, a abrangência consciencial se alarga e nos leva a perceber vibrações além do material. Acalma tua mente e saberás quem és de verdade!
Embora a consciência seja única, costuma-se dividi-la em etapas, ou fazes, definidas como: Consciência propriamente dita, que é aquela mais ligada às vibrações materiais, e que está mais próxima do nosso controle físico – é o que nos põe em contato com a realidade objetiva. Subconsciência, que se encontra um pouco mais distante do nosso controle, possuindo uma individualidade relativa e sofrendo ainda as fortes interferências do ego. Controla as ações subjetivas e embora aconteça de modo independente da vontade, mesmo assim ainda possui ligações com a objetividade. Superconsciência, que se encontra nas mais altas frequências cósmicas e que representa o ser humano na sua forma mais pura de espiritualidade.
Quando nos encontramos nesta fase de superconsciência, estamos conectados com a Consciência Cósmica Universal, fonte inesgotável de toda criação, de energia, de conhecimento do passado, presente e futuro. O ser em estado de superconsciência poderá afirmar categoricamente: “Eu e o Pai somos Um!”
O Caminho
Considerando a condição de que podemos “conversar” com nosso Pai Criador, quando estamos meditando, indaquei-O de forma bastante informal sobre assuntos comuns da vida diária. Algumas questões simples, mas que, eventualmente, não temos respostas satisfatórias.
Uma destas questões versa sobre o fato de vivermos, geralmente, lutando contra as vicissitudes que via de regra nos deixam intranquilos e até mesmos infelizes. Se somos, de fato, filhos do Todo Poderoso, Aquele que é Infinitamente Sábio ou Onisciente, por que sofremos estas torturas, as quais gostaríamos de eliminar?
Eis a resposta que recebi, lá dentro de minha mente: “A nossa jornada, através das diversas encarnações, é como uma estrada em que se caminha em uma única direção. A maneira como nos comportamos, nesta jornada, depende de nós mesmos. Se, por alguma razão, resolvemos alterar o curso e buscar ”atalhos” ilusórios que nos contemplam e nos oferecem melhores resultados, somos livres em nossa escolha, e poderemos obter resultados positivos ou negativos nestas opções. Com certeza, obteremos ganhos no sentido de aprendizagem, mesmo que sejam pelos erros cometidos. Os nossos erros, causados por opções equivocadas, são os vetores dos nossos sofrimentos e atrasos espirituais. Nossa passagem por este plano, tem como principal objetivo o aprendizado através das experiências vividas; o controle sobre os nossos sentidos e, em consequência, o fortalecimento do espírito”.
Argumentei sobre o fato de pedir socorro para nós mesmos, ou para as pessoas a quem dedicamos nossas preocupações, no sentido de preservar-nos das dificuldades da vida. A explicação que obtive foi a seguinte: “Se alguém segue por um caminho, com seus pertences às costas, com o objetivo de chegar ao seu destino o mais breve possível, deverá observar certas regras de atitudes que precisará seguir para obter êxito naquilo a que se propõe. Quando nos sentimos cansados e resolvemos descansar sob a sombra de uma árvore à beira do caminho, deveremos estar conscientes de que o nosso descanso ocasionará uma demora na chegada prevista ao destino final. No entanto, não é proibido que descansemos pelo tempo que desejarmos!
Se alguém passa por dificuldades de qualquer tipo, seja por doenças, financeiras, emocionais ou outro fator que esteja lhe causando infelicidade e dores, e, por piedade, pede-se, por ele ou ela, o auxílio, no sentido de livrá-lo de tais circunstâncias, devemos notar que tal pessoa poderá sim ser socorrida, e dela ser desviado todo sofrimento. Mas, isto seria tirar-lhe também a oportunidade da experiência e do aprendizado, resguardando para a posteridade o cumprimento desta etapa da vida. Isto seria a mesma coisa feita por aquele que, sentindo-se cansado da caminhada, resolve descansar sob a sombra de uma árvore. Não seria algo proibido, ou seja, um pecado espiritual, entretanto, o resultado justificaria a lei – não existe efeito sem causa!
A nossa jornada é direcionada por um único caminho, com muitas veredas afluentes e muitos desvios sinalizados por placas de direção que nos dão informações ilusórias, caso sigamos por ali, prometendo um caminho fácil, com muitos ganhos e compensações maravilhosas. Estas armadilhas estão ao longo de toda viagem, testando nosso bom senso e sabedoria”.
Em resumo, aprendi que não devemos jamais cochilar sob as sombras convidativas do caminho, com a desculpa de que estamos cansados. Que não devemos fugir ou pedir socorro por estarmos sofrendo ou passando por algumas dificuldades, mas que devemos sempre reunir forças para vencer tais obstáculos, tirando deles o maior proveito em termos de aprendizagem. Devemos agir de forma serena e com a satisfação de que não estamos deixando para trás parte de nossa bagagem à beira do caminho, pois que, se assim for, teremos que retornar depois para resgatá-la.
Como se fosses filho único
Hoje, teci conjecturas sobre o fato da grandeza infinita o nosso Pai Criador. Como tudo Lhe pertence, e nada existe a não ser Ele mesmo. Sobre Sua infinita criação, nos infinitos planos! Ocorreu-me o fato de que, mesmo sendo eu também uma das Suas criações e, portanto, um dos Seus infinitos filhos, em que grau de importância estaria? Diante da grandeza de uns, do adiantamento espiritual de outros, da infinitude de irmãos que não cessa de crescer a todo instante, como poderia o Grande Pai estabelecer qualquer relação com este microscópico ser, neste minúsculo mundo, em uma dimensão onde reinam as trevas? Como o Pai Criador me veria, nestas condições tão nefastas?
Imediatamente depois destas angustiantes suposições, após minha inquisição final, veio-me na mente, de forma consciente, a Sua resposta firme e inequívoca:
“Como se fosses o filho único!”
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
A Grande Ilusão
A Grande
Ilusão
Luiz Pimentel (setembro/2016)
“Ego
cogito, ergo sum” - esta afirmação do famoso filósofo francês
René Descartes, dita em 1837, em plena Idade Moderna, perseverou ao
longo dos tempos até nossos dias, mantendo a mesma força e polêmica
dos seus primeiros dias. Sem dúvidas, ainda são muitos os filósofos
e pensadores a buscarem nesta asserção o sentido correto do
pensamento original.
“Eu
penso, logo existo” traduz de imediato a ideia de alguém
profundamente perdido nas incertezas de sua própria existência;
alguém que busca extrair do nada o conteúdo que satisfaça
preencher o vazio do existencialismo inexplicado, instituindo através
da dúvida a prova do próprio ser.
René
Descartes, formado pelas melhores universidades europeias de sua
época, em Direito, Filosofia, Física e Matemática, não encontrava
argumentos convincentes, baseado em tudo que lograra aprender no
âmbito universitário, que lhe demonstrasse categoricamente a
realidade do mundo objetivo.
O
ensino das escolas, mesmo o conteúdo científico, estava fortemente
baseado em conceitos filosóficos ou religiosos, e careciam de
embasamento experimental ou empírico. Portanto, dependia de
interpretação e, por conseguinte, falseava e se perdia na
irregularidade. Por isso, René Descartes se dizia arrependido,
exceto no que se refere à matemática, de haver perdido tanto tempo
estudando coisas estereis e insustentáveis.
A
conclusão lógica de que o simples ato de pensar consistia na única
prova de sua existência, resolvia seu problema pessoal de
solipsismo.
Embora
desde os tempos de Descartes até os dias atuais a ciência haja
evoluído exponencialmente, oferecendo subsídios que certamente
poderiam resolver o dilema do famoso filósofo e cientista, mesmos
assim, não oferece para o estudioso atual, as respostas convincentes
que expliquem o mesmo impasse, quando observado sob as perspectivas
de nossa época.
Na
medida em que leis básicas da constituição da matéria, da
energia, do átomo, etc, são desvendadas e explicadas, novas
opiniões ou convicções mais abrangentes surgem, colocando em
“xeque”, novamente, a mente dos atuais cientistas e filósofos.
Aparentemente,
somos conduzidos a deduzir que, quanto mais profundo o conhecimento
das leis que regem este universo material, mais difícil se torna a
explicação objetiva de sua realidade. A ciência ortodoxa, ou
materialista, tende a desviar-se para a subjetividade, submergindo
forçosamente em novos universos sem fronteiras, onde as ideias
outrora rechaçadas pelas mentes pensantes, aparecem agora mais
atrativas e ligadas a explicações inusitadas.
O
ato de pensar – o mesmo insinuado por Descartes – se traveste de
maior objetividade. Pensar sugere o acionamento de um fluxo de
energia; algo que nos demonstra existência verdadeira e não
imaginária.
Realmente,
alguns cientistas, mesmo aqueles ortodoxos, já aceitam, e até fazem
pesquisa experimental em laboratório, sobre o fato de que o
pensamento emite ondas eletromagnéticas que são capazes de
influenciar coisas materiais. No entanto, devemos considerar que o
pensamento é o agente causador do fenômeno; aquele que determina ao
cérebro a função de gerar tais ondas magnéticas. O cérebro e as
ondas eletromagnéticas geradas, pertencem ao Universo Físico,
material, objetivo, mas o pensamento em si, está em dimensão
diferente.
O
fato de que algo que reside fora do escopo do plano material e
objetivo, possa efetivamente agir ou reagir com nossa realidade, nos
dá subsídios para estudar e meditar profundamente neste amplo campo
de pesquisa para a mente humana.
Sabemos
que este assunto, embora pareça recente conhecimento no meio
científico ortodoxo, já vem sendo estudado a milênios nas Escolas
Herméticas, ou Iniciáticas, ou de Mistérios, onde a informação
transmitida de Mestre a Discípulo, tinha origem desconhecida.
De
forma velada, conhecimentos desta natureza foram ensinados também
por outros Mestres, o que deu origem a algumas religiões, por
exemplo, Jesus Cristo, Buda, Maomé e outros. Tais ensinamentos,
embora encerrem conhecimentos elevados, são transmitidos de forma
essencialmente religiosa ou filosófica.
O
objetivo preponderante da maioria destas escolas visa esclarecer o
adepto da sua condição espiritual, isto é, o homem além da
matéria. Ensina, através do conhecimento e da experiência, que
somos vítimas da ilusão de um universo material, pois que tudo, na
verdade, é tão somente pura energia. Adverte para a realidade de
outros universos, além deste físico, que conscientizamos; da
possibilidade da imortalidade – que vai além da Lei de Conservação
da Energia; da vida espiritual; das reencarnações, etc. Explica
sobre Leis Universais que regulam todos estes universos e,
principalmente, a relação destas sobre os desígnios da humanidade.
Jesus
disse: “Nem só do pão (elementos básicos existente nos
alimentos) viverá o homem, mas de toda palavra (o verbo, a
energia vital) que procede (flui para o corpo humano) da
boca de Deus (glândula especial, responsável pela principal
captação desta energia).” - Lucas(4:4) - Extraído dos
ensinamentos de Paramahansa Yogananda.
Este
ensinamento, proferido pelo Mestre Jesus, deixa transparente a
intenção de declarar a condição espiritual do homem, pois que a
criatura humana necessita não somente do nutriente físico, como
também da Energia Cósmica Espiritual que satisfará sua condição
mística.
Esta
circunstância dual da natureza humana, salienta a interação entre
ambas e nos mostra claramente que, se existem simultaneamente, estão
submetidas a leis específicas que controlam estas relações.
Também, não necessitamos de estudos profundos para evidenciar os
respectivos e principais atributos: No homem físico, dominam os seus
cinco sentidos – audição, visão, olfato, tato e paladar – que
representam os dispositivos sensores para captação e interpretação,
no cérebro, de todo universo físico, objetivo, ao qual pertence. É
através das informações recebidas e processadas pelo cérebro que
temos consciência objetiva de tudo que nos cerca.
Quando
fazemos um breve estudo sobre cada um destes cinco sensores; da forma
como captam e transmitem as sensações recebidas do exterior, para
serem processadas no cérebro, embora cada um deles seja extremamente
indispensável para nossa vida comum, entretanto, se fizermos uma
avaliação técnica detalhada e nos eximirmos da condição de
dependência, veremos que, sem exceção, trabalham dentro de uma
restrita faixa perceptiva, filtrando por deficiência, para além e
para aquém destas faixas, uma infinidade de informações. Quando
tais informações são finalmente transmitidas para o cérebro,
temos ainda dois fatores degradantes que afetam a realidade da
informação: a integridade ou não do próprio sistema de
transmissão e a capacidade de processamento do cérebro envolvido. O
resultado deste processamento poderá ser uma má interpretação,
criando uma imagem mental ou uma sensação que não corresponde à
realidade, mas a uma grande ilusão.
A Grande Ilusão
A Grande
Ilusão
por
Luiz Pimentel (setembro/2016)
“Ego
cogito, ergo sum” - esta afirmação do famoso filósofo francês
René Descartes, dita em 1837, em plena Idade Moderna, perseverou ao
longo dos tempos até nossos dias, mantendo a mesma força e polêmica
dos seus primeiros dias. Sem dúvidas, ainda são muitos os filósofos
e pensadores a buscarem nesta asserção o sentido correto do
pensamento original.
“Eu
penso, logo existo” traduz de imediato a ideia de alguém
profundamente perdido nas incertezas de sua própria existência;
alguém que busca extrair do nada o conteúdo que satisfaça
preencher o vazio do existencialismo inexplicado, instituindo através
da dúvida a prova do próprio ser.
René
Descartes, formado pelas melhores universidades europeias de sua
época, em Direito, Filosofia, Física e Matemática, não encontrava
argumentos convincentes, baseado em tudo que lograra aprender no
âmbito universitário, que lhe demonstrasse categoricamente a
realidade do mundo objetivo.
O
ensino das escolas, mesmo o conteúdo científico, estava fortemente
baseado em conceitos filosóficos ou religiosos, e careciam de
embasamento experimental ou empírico. Portanto, dependia de
interpretação e, por conseguinte, falseava e se perdia na
irregularidade. Por isso, René Descartes se dizia arrependido,
exceto no que se refere à matemática, de haver perdido tanto tempo
estudando coisas estereis e insustentáveis.
A
conclusão lógica de que o simples ato de pensar consistia na única
prova de sua existência, resolvia seu problema pessoal de
solipsismo.
Embora
desde os tempos de Descartes até os dias atuais a ciência haja
evoluído exponencialmente, oferecendo subsídios que certamente
poderiam resolver o dilema do famoso filósofo e cientista, mesmos
assim, não oferece para o estudioso atual, as respostas convincentes
que expliquem o mesmo impasse, quando observado sob as perspectivas
de nossa época.
Na
medida em que leis básicas da constituição da matéria, da
energia, do átomo, etc, são desvendadas e explicadas, novas
opiniões ou convicções mais abrangentes surgem, colocando em
“xeque”, novamente, a mente dos atuais cientistas e filósofos.
Aparentemente,
somos conduzidos a deduzir que, quanto mais profundo o conhecimento
das leis que regem este universo material, mais difícil se torna a
explicação objetiva de sua realidade. A ciência ortodoxa, ou
materialista, tende a desviar-se para a subjetividade, submergindo
forçosamente em novos universos sem fronteiras, onde as ideias
outrora rechaçadas pelas mentes pensantes, aparecem agora mais
atrativas e ligadas a explicações inusitadas.
O
ato de pensar – o mesmo insinuado por Descartes – se traveste de
maior objetividade. Pensar sugere o acionamento de um fluxo de
energia; algo que nos demonstra existência verdadeira e não
imaginária.
Realmente,
alguns cientistas, mesmo aqueles ortodoxos, já aceitam, e até fazem
pesquisa experimental em laboratório, sobre o fato de que o
pensamento emite ondas eletromagnéticas que são capazes de
influenciar coisas materiais. No entanto, devemos considerar que o
pensamento é o agente causador do fenômeno; aquele que determina ao
cérebro a função de gerar tais ondas magnéticas. O cérebro e as
ondas eletromagnéticas geradas, pertencem ao Universo Físico,
material, objetivo, mas o pensamento em si, está em dimensão
diferente.
O
fato de que algo que reside fora do escopo do plano material e
objetivo, possa efetivamente agir ou reagir com nossa realidade, nos
dá subsídios para estudar e meditar profundamente neste amplo campo
de pesquisa para a mente humana.
Sabemos
que este assunto, embora pareça recente conhecimento no meio
científico ortodoxo, já vem sendo estudado a milênios nas Escolas
Herméticas, ou Iniciáticas, ou de Mistérios, onde a informação
transmitida de Mestre a Discípulo, tinha origem desconhecida.
De
forma velada, conhecimentos desta natureza foram ensinados também
por outros Mestres, o que deu origem a algumas religiões, por
exemplo, Jesus Cristo, Buda, Maomé e outros. Tais ensinamentos,
embora encerrem conhecimentos elevados, são transmitidos de forma
essencialmente religiosa ou filosófica.
O
objetivo preponderante da maioria destas escolas visa esclarecer o
adepto da sua condição espiritual, isto é, o homem além da
matéria. Ensina, através do conhecimento e da experiência, que
somos vítimas da ilusão de um universo material, pois que tudo, na
verdade, é tão somente pura energia. Adverte para a realidade de
outros universos, além deste físico, que conscientizamos; da
possibilidade da imortalidade – que vai além da Lei de Conservação
da Energia; da vida espiritual; das reencarnações, etc. Explica
sobre Leis Universais que regulam todos estes universos e,
principalmente, a relação destas sobre os desígnios da humanidade.
Jesus
disse: “Nem só do pão (elementos básicos existente nos
alimentos) viverá o homem, mas de toda palavra (o verbo, a
energia vital) que procede (flui para o corpo humano) da
boca de Deus (glândula especial, responsável pela principal
captação desta energia).” - Lucas(4:4) - Extraído dos
ensinamentos de Paramahansa Yogananda.
Este
ensinamento, proferido pelo Mestre Jesus, deixa transparente a
intenção de declarar a condição espiritual do homem, pois que a
criatura humana necessita não somente do nutriente físico, como
também da Energia Cósmica Espiritual que satisfará sua condição
mística.
Esta
circunstância dual da natureza humana, salienta a interação entre
ambas e nos mostra claramente que, se existem simultaneamente, estão
submetidas a leis específicas que controlam estas relações.
Também, não necessitamos de estudos profundos para evidenciar os
respectivos e principais atributos: No homem físico, dominam os seus
cinco sentidos – audição, visão, olfato, tato e paladar – que
representam os dispositivos sensores para captação e interpretação,
no cérebro, de todo universo físico, objetivo, ao qual pertence. É
através das informações recebidas e processadas pelo cérebro que
temos consciência objetiva de tudo que nos cerca.
Quando
fazemos um breve estudo sobre cada um destes cinco sensores; da forma
como captam e transmitem as sensações recebidas do exterior, para
serem processadas no cérebro, embora cada um deles seja extremamente
indispensável para nossa vida comum, entretanto, se fizermos uma
avaliação técnica detalhada e nos eximirmos da condição de
dependência, veremos que, sem exceção, trabalham dentro de uma
restrita faixa perceptiva, filtrando por deficiência, para além e
para aquém destas faixas, uma infinidade de informações. Quando
tais informações são finalmente transmitidas para o cérebro,
temos ainda dois fatores degradantes que afetam a realidade da
informação: a integridade ou não do próprio sistema de
transmissão e a capacidade de processamento do cérebro envolvido. O
resultado deste processamento poderá ser uma má interpretação,
criando uma imagem mental ou uma sensação que não corresponde à
realidade, mas a uma grande ilusão.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Você é Importante!
Você é Importante!
Imagine o Universo como um imenso e extremamente preciso relógio suíço com todas as suas engrenagens que juntas, o fazem trabalhar bem em perfeito sincronismo. Qual das engrenagens, aquela pequeníssima ou a maior de todas, pode pretender superior importância? Nenhuma, seria a resposta correta, pois se uma falha, levaria todo o mecanismo à falência da perfeição. Assim, devemos nos enxergar perante o Universo - uma parte do Todo. Não importa se somos grandes ou pequenos, nosso valor será o mesmo.
Como a pequena trava que prende o mecanismo de uma grande roldana e a impede de girar, sobre este irrelevante dispositivo é depositada toda a responsabilidade de manter o equilíbrio de um grande sistema. Esta a função que lhe foi confiada. Quanto maior a força sobre ela exercida, maior a garantia de que sua função está sendo bem desempenhada.
Assim, devemos nos sentir sob o peso das responsabilidades e eventuais desventuras, que a vida nos apresenta. Quanto maior o peso que temos que carregar, e se o aceitamos de bom grado, maior a chance de estarmos desempenhando bem a missão para a qual fomos designados. Assim, preenchemos o vazio que, às vezes, nos aflige; quando pensamos que somos menor em importância do que desejaríamos ser; que fizemos muito menos do trabalho que desejaríamos ter feito; que somos inferiores ou superiores aos outros perante a sociedade em que vivemos.
Considere que ninguém está completo e jamais o estará. Aquilo que mais faz falta no outro pode ser o que sobra em você, e vice-versa, a perfeição é algo que buscamos, mas que jamais alcançaremos. O aperfeiçoamento, entretanto, acontece sempre com a superposição de infinitas camadas de autoajustes, em que a próxima complementa as falhas da anterior. E estas camadas poderiam ser representadas como o momento, o dia, o mês, o ano, uma vida ou até mesmo reencarnações futuras, onde buscamos sempre o conhecimento necessário para a correção das nossas falhas.
Estaremos sempre buscando a perfeição, tentando corrigir as faltas que conseguimos conscientizar. Gozar a vida aceitando o que somos é viver com consciência, não ensejando ser o pior nem o melhor, mas buscando sempre o positivo.
O maior de todos os sábios da humanidade se recusou a ter o mundo em suas mãos. Preferiu a emancipação do Ser, e continuar na sua missão. Na sua sabedoria, tornou muito maior a relevância daquilo que veio realizar.
Resumindo: O seu essencial valor no contexto do Universo é algo concreto e irrefutável, independente da consciência que você possa ter desta verdade. Lembre-se sempre que você é criação divina – uma partícula de Deus que se manifesta a partir Dele em todas as dimensões. Aí está sua suprema importância!
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