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Neste Blog pessoal procuro informar sobre assuntos que considero relevantes. Além dos artigos escritos por mim ou por outros, procuro disponibilizar quaisquer matérias que possam ser úteis para todos que acessarem este local.
domingo, 5 de agosto de 2018
Receber Orientação Divina Através da Intuição.
sábado, 28 de julho de 2018
O Céu é o limite.
O Céu é o limite.
Quantas
vezes nos surpreendemos tristes ou revoltados, ou ainda inconformados
com aquilo que somos ou aquilo que não temos. Na maioria destas
oportunidades, nossos sentimentos circulam em torno de algo material,
que faz falta ao nosso ego. Todos somos vítimas de tais sentimentos,
pois somos criaturas ainda tenras nesta seara cósmica.
Se
fosse possível nos conscientizar da verdadeira situação na qual
nos encontramos, jamais nos sentiríamos inconformados ou tristes,
porém estaríamos plenos de felicidade e dando graças a Deus, nosso
Criador, por sermos possuidores de coisas grandiosas assim como parte
de algo inimaginavelmente maravilhoso.
Se
pudéssemos visualizar toda esta grandeza, poderíamos afirmar que
fosse a Terra um perfeito paraíso, mesmo assim não seria
minimamente comparável àquilo a que verdadeiramente fazemos jus.
A semente primordial a cada Ser Deus retirou de si próprio. Como
acontece a todas as sementes, elas guardam em si todas os atributos
da sua espécie. Assim, na semente de Deus está contida a própria
individualidade Divina em estado potencial. Portanto, somos a imagem
do Pai e como filhos, herdamos todos os seus predicados.
Somos
plantas tenras, recém-semeadas, e não possuímos ainda raízes
profundas nem galhos largos. Não produzimos sombras e estamos longe
de dar frutos. Portanto, falta-nos a vivência necessária para
obtermos o conhecimento necessário sobre nós mesmos e o ambiente no
qual fomos semeados e crescemos, sob os cuidados do Semeador. Mas,
estamos crescendo e evoluindo. Haverá o tempo em que seremos como
árvores frondosas doadoras de belos frutos e sombra atrativa.
Enquanto
crescemos, somos responsáveis pelo bom aproveitamento do que
recebemos. Temos que estar conscientes de que o Sol que nos ilumina e
nos fornece calor, energia e tudo mais necessário para nosso
crescimento saudável, é também o Sol da liberdade, que permite a
individualidade através da consciência e aguarda este crescimento
com brandura, impassível, confiante na boa colheita.
Enquanto
crescemos, devemos confiar. Se ainda sentimos medos, por não
estarmos com raízes profundas que nos assegurem a estabilidade,
confiemos! Somos imortais, nada poderá nos afligir. Somos
possuidores de riquezas inigualáveis, indestrutíveis; portanto, que
não nos causam preocupações. Esqueçamos um pouco as raízes que
supomos nos deem toda a sustentação necessária e olvidemos a morte
de alguns galhos envelhecidos cuja poda só fortalecerá o
crescimento. Permitamos que nossos pensamentos fluam para os galhos e
folhas mais altos, em direção ao Sol e, assim, expanda a
consciência em busca da origem do Ser.
Enquanto
crescemos, olhemos ao redor. Poderemos visualizar a nossa volta
nossas irmãs e irmãos maiores, já crescidos, oferecendo belezas e
nos fortalecendo com seu exemplo. Devemos procurar a proteção
daqueles que podem nos mostrar o caminho de como proceder para que,
nós também, possamos no futuro servir como guias aos que vierem
depois e, como nós agora, precisem também da força dos nossos exemplos.
Alegre-se!
Não se torture pelo insignificante. Não se lastime nem sinta-se
desamparado. Por maior que seja o que você julgue como sofrimento e
má sorte, esteja certo de que, o que for, não significa muito se comparado
àquilo que ainda estar por vir. O céu é o limite!
sábado, 7 de julho de 2018
O Próximo
Quando Jesus foi perguntado sobre quem seria o “próximo” aludido na segunda lei, Ele respondeu através de uma parábola que contava a história de um homem que após haver sido atacado por bandidos na estrada que levava de Jerusalém a Jericó, foi abandonado, combalido, às margens daquele caminho desolado e perigoso, que sabidamente era evitado devido ao seu alto grau de periculosidade. Entretanto, justamente por ali passou um sacerdote que, vendo o homem caído, tratou de passar ao largo, sem prestar-lhe nenhum socorro. Assim também o fez um levita que por ali passava. Porém, um mercador samaritano, vendo o tal homem, apiedou-se e logo prestou-lhe os primeiros socorros, retirando-o depois, para outro local onde poderia ser cuidado adequadamente.
Mas, onde podemos visualizar, dentro da parábola, a definição do “próximo”? Vimos um ato de negligência lastimável por parte de um que se intitulava “representante de Deus” e outro que carregava dentro de si o sentimento de grandeza, mas que, na verdade, eram legítimos representantes do ego. Vimos também a figura de um homem piedoso que, no ato de piedade, “esquece” de si mesmo, em vista dos perigos e dos aborrecimentos que poderiam surgir, para unir-se ao outro e minorar seus sofrimentos, como se fossem os dele próprio.
Nesta parábola, o que mais importa resume-se exatamente no instante em que o homem, por piedade, esquece seu ego e se une ao sofrimento do outro.
O “outro”, ou seja, aquele que necessita, que proporciona a oportunidade de desligamento instantâneo do ego e, através de doação do amor incondicional, o ligamento espiritual a outrem, é a definição mais representativa do que seja o teu “próximo”. Assim, devemos visualizar nosso “próximo” em qualquer ser vivente ou, melhor dizendo, em toda criação de Deus.
Quando cuidamos de um pequeno animal – ele é nosso “próximo”!
Quando regamos uma plantinha em um jarro – ela é nosso “próximo”!
Quando cuidamos da natureza, não a poluindo – ela é nosso “próximo”!
Quando meditamos e emitimos pensamentos de paz, amor e fraternidade a toda humanidade, então, toda humanidade é nosso “próximo”.
O maior bem que podemos usufruir, quando nos relacionamos com nosso próximo, é o instante em que nos desligamos do EGO e mergulhamos no oceano de toda criação esquecendo, momentaneamente, a “falsa” ilusão da nossa independência, para nos tornar UNOS com todo o Universo de Deus.
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Simplesmente Profundo
Simplesmente
Profundo
Quando
lemos, mesmo de forma rápida, nas escrituras, as passagens em que o
Mestre Jesus transmite alguns dos seus ensinamentos, logo percebemos
a simplicidade característica de suas palavras. Com um pouco mais de
atenção no que está sendo dito, poderemos captar que nesta
simplicidade existe uma conotação de amor, respeito e humildade a
todos a quem se dirige. Se, além da atenção mais focada,
meditarmos com profundidade sobre as mesmas palavras, comungando com
o Amado Mestre no que Ele realmente desejava transmitir, poderemos
observar o abarcamento de tal ensinamento; a sabedoria ali contida;
a abrangência na nossa vida, sempre nos direcionando de forma
inequívoca, ao bom relacionamento com Deus.
Estas
expressões e afirmações através de parábolas, sermões ou pelas
palavras triviais, nunca deixam de trazer no seu conteúdo a extrema
sabedoria de um Mestre, demonstrando inequivocamente tratar-se de um
espírito de grandeza ímpar, em perfeita harmonia com a Inteligência
Cósmica. Jesus busca sempre, na expressão mais simples, a
demonstração das coisas mais profundas; atitude que confirma o alto
grau de sabedoria de que é possuidor, e a coerência naquilo que
prega. Lógica com as leis naturais onde percebemos que nem sempre o
mais complexo é o mais importante. Na natureza, a água, por
exemplo, é um dos mais preciosos bens, e possui uma composição das
mais simples (H2O). Na física, a fórmula que sugere o mais alto
grau de entendimento, a lei da relatividade, também mostra sua
simplicidade: E=mc2. Assim, costuma ser por todo universo.
Jesus,
na missão a que se propunha, ou seja, ensinar ao homem como se
conectar com seu Criador, resumiu as dez leis que regiam este
relacionamento, em apenas duas: Primeiro, amar a Deus acima de tudo
e, segundo, amar ao próximo como a si mesmo. Mostra-nos que, na
verdade, a única chave necessária para se viver em Harmonia Cósmica
é o amor – amor a Deus e Amor ao Próximo.
Cabe
aqui uma observação. Na verdade, poderíamos resumir as duas leis
de amor a somente uma – a primeira, visto que, se amamos a Deus de
forma absoluta, não podemos deixar de amar nosso próximo, pois está
implícito que “nosso próximo” é Deus. O Mestre nos informa:
“Vós sois deuses!”, querendo dizer com isto que somos “como
deuses” pois fomos feitos à Sua semelhança e, como tal, somos UM.
Mais
ainda, quando falamos em amar ao próximo, temos que entender “quem”
ou “o que” é nosso próximo. Muitos haverão de considerar que
“nosso próximo” é outro ser humano, a nossa semelhança, que se
encontra em nosso entorno. Entretanto, devemos considerar como “nosso
próximo” toda criatura de Deus, ou seja, tudo que existe neste ou
em outros universos, nesta ou em outras dimensões. Tudo que existe é
criatura de Deus, assim como nós mesmos, e devem portanto serem
amados como dito na primeira lei.
Jesus,
no entanto, para simplificar e não atormentar a mentalidade daqueles
a quem se reportava a sua época, por respeito e amor, preferiu,
sabiamente, recitar a duas leis. Seus métodos de ensino priorizavam
a suavidade (“meu fardo é leve!”), o amor e o respeito ao grau
de receptividade dos seus escolhidos.
Nas
parábolas, utilizava o recurso das historinhas, suaves e atraentes
para, subliminarmente, transferir-lhes algo de profunda sabedoria.
Esta técnica, de caráter tão complexo, principalmente naquela
remota época em que foi utilizada, foi executada eximiamente
pelo Mestre aos seus
discípulos.
Como
exemplo, citemos a parábola dos assentos:
“Quando
alguém o convidar para um banquete de casamento, não ocupe o lugar
de honra, pois pode ser que tenha sido convidado alguém de maior
honra do que você.” (Lucas 14:8)
“Se
for assim, aquele convidou os dois virá de dirá: ‘Dê o lugar a
este’. Então, humilhado, você precisará ocupar o lugar menos
importante”. (Lucas 14:9)
“Mas
quando você for convidado, ocupe o lugar menos importante, de forma
que, quando vier aquele que o convidou, dirá: ‘Amigo, passe para
um lugar mais importante’. Então, terás honra diante de todos os
que estiverem contigo à mesa”. (Lucas, 14:10
“Pois
todo que se exalta será humilhado, e o que se humilha será
exaltado”. (Lucas 14:11)
À
primeira vista, temos a ideia de algo como um conselho simples que
poderia vir de um amigo; do pai ao filho; de um irmão mais velho; de
um guru ao seu discípulo: “Não haja dessa forma porque você
poderá sofrer as consequências físicas e morais que o colocarão
em situação incômoda e desagradável” - diriam.
Assim
se parecerá o ensinamento àquele que apenas o lê, sem preocupar-se
em aprofundar na sua abrangência. Mas, quando meditamos sobre esta
passagem, por horas, ou por dias, analisando com cuidado as
consequências sobre nossa vida, visualizamos seu vasto alcance.
A
humildade é aqui colocada de forma categórica para deixar bem
marcada sua importância como meio de relacionamento espiritual com
Deus. A humildade proporciona o relaxamento do EGO, o que afrouxa os
laços materiais e reforça os espirituais.
Aquele
que cultiva essa virtude, percebe com maior clareza os valores de
suas necessidades materiais e espirituais e, em função disto,
possui maior capacidade para fugir das ilusões do mundo da matéria.
A estes, o grau de importância do assento que tomam, desconsiderando
sua relativa posição, será sempre a mesma, equivalente à posição
mais honrosa, porque sabem que Deus, o Eterno Anfitrião, está
sentado ao seu lado.
domingo, 22 de abril de 2018
Um Olhar Sobre o Paradigma da Providência
Jesus veio ao mundo com a missão de nos salvar. Entretanto, não podemos confundir o conceito de salvar. Nos salvar do quê, ou de quem?
Para entender melhor esta proposta, temos que aceitar uma nova sugestão, a qual consiste na ideia da dualidade do Ser. O homem matéria e o homem espírito.
O homem matéria, constituído pelo próprio corpo físico, feito de matéria terrestre, com o intuito de se expressar nesta dimensão material, proporcionando, por conseguinte, a possibilidade das ações e interações com o meio ambiente.
O homem espírito, que situa-se além do ambiente físico, entretanto, vê-se fortemente vinculado ao corpo físico, com o qual troca ininterruptamente, sensações, energias, estímulos, etc.
O homem espírito necessita inexoravelmente do corpo físico para expressar-se nesse ambiente e, assim, poder assimilar todas as sensações provenientes do mundo material para seu próprio progresso.
O homem físico necessita do alimento material e espiritual salubreis, para manter-se sadio e, por consequência, obtenha uma vida salutar, sem doenças, com todos seus órgãos funcionando em equilíbrio, assim como todos os seus sentidos: visão, audição, tato e paladar. Esta plenitude, estabelece um relacionamento apropriado entre o corpo material e o corpo espiritual, onde a troca de energias e sensações se darão de forma mais plena.
A ligação do espírito com o mundo material exige a formação de diversos níveis energéticos, os quais estabelecem suaves fronteiras entre os dois mundos – o material e o espiritual. De forma simplória, costumamos definir tais níveis como sendo: o objetivo ou consciente, o subjetivo ou subconsciente e o superconsciente.
Cada um destes níveis representa um verdadeiro universo, com todas as leis necessárias para sua existência e seus respectivos relacionamentos. Assim, o mundo objetivo, correspondente ao mundo físico, mantém relacionamento com o homem físico, proporcionando a vida física onipresente; o mundo subjetivo, ou mundo dos sonhos, é o ambiente das ilusões e proporciona ao ser, quando dentro dos seus domínios, um universo onde tudo é possível e realizável, porém, sumamente transitório; o mundo da superconsciência, corresponde ao verdadeiro mundo espiritual, é o reino do espírito, onde não existem ilusões, mas a verdade absoluta governada por leis divinas.
O Homem Total, na verdade, reside nestes três universos, ou seja, o Ser no Universo Físico, pelo uso do seu corpo material; o Ser no Universo do Subconsciente através do seu corpo mental; e o Ser no Universo Espiritual, através do seu Espírito.
O Espírito, não se vincula ao corpo humano por mero acaso. Ele necessita da vivência do mundo material para seu próprio progresso, e a adquire graças ao poder de expressão no corpo físico, quando experimenta as emoções; as atitudes, e todas as formas de energias dali provenientes.
O Espírito busca no Ser a energia que somente ali pode ser encontrada, para seu crescimento e purificação Universal. Portanto, a Suprema Inteligência Universal procura dotar este Ser de todas as possibilidades para propiciar ao Espírito tão ensejado alimento.
Este relacionamento seria perfeito e, por consequência, estaríamos mais próximos de Deus, não fossem as forças contrárias, degradantes, originárias dos planos físico e mental, tais como egoísmo, orgulho, inveja, ciúme, tristeza, raiva, desesperança, e tantos outros, que desagregam e poluem o fluxo energético entre o Espiritual e o Material, criando distorções de toda ordem e, por isso, afastando-os do objetivo verdadeiro.
Dentre as forças degradantes, devemos enfatizar o egoismo, que na sua forma exacerbada, se constitui em uma das maiores forças negativas que afligem a humanidade. Tal sentimento é capaz de bloquear quase de forma total o fluxo de energia proveniente das esferas espirituais, impedindo que o Espírito no homem se manifeste de forma adequada.
Mas, como combater uma força de tamanha magnitude?
Existem diversas técnicas que podem ser aplicadas, mas todas exigem principalmente que seu pensamento gire em torno de viver no mundo, mas não pertencer a ele.
Para que seja recuperada a capacidade de relacionamento do Ser Humano com seu Universo Espiritual, deverão ser combatidas cada uma das negatividades até a extinção total.
A espiritualidade, incansavelmente, nos tem orientado neste sentido. Utilizando as formas mais diversas, através dos séculos. Nos tempos presentes, esta ajuda nos chega de forma cada vez mais clara e objetiva. O Livro dos Espíritos é, sobretudo, a mais contundente.
Não foi por casualidade que o Mestre Jesus resolveu nos visitar pessoalmente; nos transmitir face a face, palavra por palavra, a maneira correta de combater estes males e estar em harmonia com o Criador.
Jesus, não somente nos deu as fórmulas, como providenciou para que elas não se perdessem na posteridade. A Sua inteligência e conhecimento, que provinham diretamente de Deus, O iluminavam sem interrupção e dirigiam seus atos e palavras para que sua missão se cumprisse plenamente.
Jesus não veio ao Plano da Matéria para salvar nosso corpo material, pois este não necessita, visto ser transitório e sem significância por si só; não veio para salvar nosso Espírito, pois este é imortal, indestrutível e puro por natureza.
Jesus veio para salvar o relacionamento entre as condições humana e espiritual do Ser, expurgando deste canal todas as impurezas que pudessem distorcer ou poluir as informações que por ele transitam.
Conhecendo a restrição do tempo que possuía, e as dificuldades que se apresentariam no seu caminho pelas forças adversas, na tentativa de embargar sua missão, Jesus não se intimidou, mas imediatamente passou a executar seu propósito, reunindo pessoas que julgava estarem aptas para absorverem o conhecimento das verdades que seriam desveladas.
“Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” ( Lucas 14:26)
Se trocamos a palavra “aborrecer” pela palavra “desapegar”, poderemos entender mais claramente o significado do ensinamento para os dias atuais.
“Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” ( Lucas 14:33)
Estes dois versículos, evidenciam claramente o intuito principal da preferência de Jesus no arrebanhar dos seus discípulos – a abnegação e humildade. Aqueles que não se enquadravam nestas advertências, certamente não teriam as condições mínimas para absorverem os ensinamentos que teriam que repassar no futuro, pois estariam mais preocupados com a família ou os bens materiais, ficando impossibilitados da condição de concentrarem-se em assuntos espirituais e, sobretudo, estarem sujeitos ao sofrimento da perseguição religiosa que viria posteriormente:
“E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.” ( Lucas 14:27)
Este versículo esclarece este último detalhe.
Jesus, ao longo de toda sua missão, empregou a Lei de Providência, assim como outras leis às quais sempre atribuía como Leis Universais. Quando Ele afirmava:
“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. “
(Lucas 14:28-30)
Ensinava de maneira clara que aquele que enseja concluir a obra que houvesse iniciado, deve proceder, a priori, de forma inequívoca, a programação da mesma.
Assim, devemos sempre proceder em todos nossos atos, durante toda nossa vida. O combate às forças reguladoras e deturpadoras da comunicação Homem versus Espírito, deve ser feito diariamente, de forma ininterrupta, pois que estamos constantemente sendo bombardeados pelas energias negativas que nos atingem, provenientes das mais diversas origens. A expressão: “Orai e Vigiai” representa toda a cautela que devemos ter contra estes inimigos invisíveis dos quais, quase sempre não damos a devida importância.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Escrito nas nuvens
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| Espaço verdadeiro em outro momento |
Estranho Episódio: RA, escrito nas nuvens.
12/01/2018: Neste dia aconteceu um fato inusitado o qual foi complementado no dia seguinte, como tento descrever a seguir:
Tudo começou no primeiro dia do ano, 01 de janeiro de 2018. Uma discussão muito forte entre D. e L., respectivamente mãe e filho, com início de agressividade entre os dois, o que me obrigou a intervir, retirando D. do local e forçando, com palavras fortes, a me obedecer a qualquer preço. Depois, voltei para conversar com L., tentando acalmá-lo e deixar claro em sua consciência que sua desobediência e agressividade não eram atitudes corretas. O resultado disto tudo foi o afastamento de D. perante mim, deixando de falar comigo e me evitando em tudo. Desde então, me entristeci neste ambiente constrangedor. Minha tristeza perdurava e me deixava cada dia mais desmotivado de tudo. Não suporto clima de inimizades, principalmente em minha casa, com minha família.
Os dias se seguiram assim e eu, costumeiramente, procurava com frequência ligar para minha irmã e extravasar um pouco desta energia deprimente, conversando com ela e ouvindo seus conselhos.
Neste dia, 12 de janeiro, sexta-feira, pela manhã, sentei-me na varanda disposto a conversar um pouco com ela por telefone, pois me sentia bem "pra baixo".
De onde eu me encontrava sentado, podia visualizar uma grande parte do céu (veja foto), que naquele momento encontrava-se com bastante nuvens, algumas muito brancas e outras escuras (nuvens de chuva).
Mal começávamos nossa conversa, eu a interrompi. Eu disse pra ela: "N. eu estou lendo alguma coisa no céu - nas nuvens. Estou vendo perfeitamente as letras R e A, e existem outras que estão semi-obstruídas por nuvens escuras". Estas duas letras apareciam de forma perfeitas, como se houvessem sido escritas por uma máquina de escrever. Eram letras de fôrma e estavam uma ao lado da outra em perfeita harmonia. Não era o caso de uma nuvem que parecia um R ou um A, mas um "RA" perfeitamente escrito. Depois de alguns segundos, as letras, inclusive as que estavam sob a nuvem escura, foram borradas e depois desapareceram.
Depois deste episódio, eu continuei a conversa com minha irma N. sem mais enfatizar o fato ocorrido.
Entretanto, na noite do dia seguinte, eu via televisão deitado em minha cama já com o propósito de dormir. Após o término do programa que eu assistia, foi anunciado o programa seguinte. Então, chamou-me a atenção imediatamente, o título daquele programa pois o formato das letras eram iguais ao que eu observara nas nuvens e, ainda mais, as duas letras "RA" estavam ali na mesma formação. Eu já me levantava da cama para desligar a TV pois aquele programa não era do meu interesse, mas por instantes, fiquei paralisado olhando aquele texto.
Imediatamente começou a fluir em minha mente intuitivamente, a ligação entre os fatos ocorridos. Aquele programa que não era de costume assistir, era um programa de humor. Uma forte intuição me dizia que tudo aquilo era uma mensagem a mim dirigida, sugerindo que eu mudasse minha atitude e acabasse com aquela tristeza que só me prejudicava. Esta mensagem intuitiva ficou clara em minha mente e não tive outra opção senão atendê-la imediatamente. Quando, finalmente, sai do quarto já não possuía nenhum desânimo, mas um novo sentimento de alegria e renovação ocupava meu coração. Tudo então voltou ao normal.
Desde então, se fixou em mim ainda mais a convicção de que estamos sempre amparados, e que os nossos problemas diários, as dores e sofrimentos, e também as alegrias são compartilhados com amigos invisíveis que estão sempre dispostos a nos ajudar a carregar os fardos e comemorar as alegrias; às vezes, de maneira tão sólida que quase tropeçamos com eles.
Este fato, me fez pensar bastante sobre a circunstância de não estarmos sós em nenhuma ocasião e por isso, temos que ter confiança para enfrentar seja o que for, com a certeza de que estamos sempre na posição de francos favoritos.
Agradeço-te, amigo ou amiga invisível, mas que está sempre ao meu lado, sofrendo ou alegrando-se comigo. Que toda Força do Universo, que vem do Criador, te alimente e possibilite o amparo e o amor que nos une.
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Pensamento sobre Meditação
Sobre a Meditação
Se considerássemos o pensamento como um "raio de luz", a Meditação seria como um "raio LASER", cuja potência estaria sob o controle da nossa Vontade!
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