sábado, 13 de agosto de 2022

Antíteses - Ser Espírita é:

  •  Ser espírita é:Acreditar em Deus. Inteligência Suprema e Criador de Todas as coisas.

  • Ser espírita é:Acreditar em um Mundo Maior, onde a vida continua depois da morte física, eternamente.

  • Ser espírita é:Ter em Jesus, o Cristo, o Mestre incontestável que o guiará pelos caminhos da vida.

  • Ser espírita é:Com frequência, esquecer de si e pensar no próximo.

  • Ser espírita é:Estar sempre pronto a servir, a favor dos labores da luz.

    • Ser espírita é: Acreditar em reencarnação e karma.
    • Ser espírita é:  Acreditar em um Deus único e supremo.
    • Ser espírita é: Acreditar que a vida não termina com a morte.
    • Ser espírita é: Não acreditar em um inferno ou paraíso eterno.
    • Ser espírita é: Acreditar que cada pessoa tem um propósito na vida.
    • Ser espírita é: Não acreditar em milagres ou intervenções divinas.
    • Ser espírita é: Acreditar que o amor e a caridade são fundamentais para a evolução espiritual.



sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O Símbolo do Reiki

 



O bambu simboliza o Reiki. Como muitas coisas na natureza, ele nos passa algo que poderemos tomar como exemplo, e aplicar diretamente nas ações da nossa vida. Neste caso, a Retidão, sejamos justos e honestos com os outros e conosco mesmo; a Flexibilidade, nos indica que ser flexível não significa ser fraco – este é um belo exemplo que ele nos dá. A Gentileza – curva-se gentilmente à passagem da brisa que o acaricia; Por ser oco, propicia a Canalização de Energia – princípio básico da filosofia Reikiana. Mais expressões devem existir ainda veladas, esperando nossa atenção!


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Insights (2007) - Pseudônimo (Djalma Luz)


O texto abaixo é fruto da imaginação criativa. Não tem nenhuma conotação com o que possa ou não ser verdade. O intuito exclusivo seria explorar a sua imaginação, concordando ou discordando do contexto. Seja qual for sua opção, deixo minha gratidão.

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INSIGHTS


2007
Goiânia,GO
Brasil
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O Ano de 1870



Sentia-me sentado, observando uma

pequena parte de uma praia marinha. Ficava
bem abaixo, e para a esquerda do meu ponto
de observação. A pouca extensão de areia
brilhava em pequenos pontos, até onde se
podia observar. Pequenas ondas, com suas
espumas brancas, subiam e desciam num
fluxo-refluxo constante, que mais parecia as
carícias ternas de uma mãe a seu filho.
A paisagem também se compunha de
uma vegetação, ora bastante rasteira, que
ladeava e cobria uma faixa da areia, e outra,
mais distante, que subia pelo barranco, até
encontrar árvores de maior porte. Na parte
mais longínqua, encobrindo a linha do
horizonte, um brusco patamar de pedra
encerrava o quadro, como os carrascos da
vida, encerrando aquela existência tão bonita.
Eu observava tudo, sem mesmo notar
como era bonita aquela paisagem mental.
Estava absorto em minha visão, enquanto
torrentes de outros pensamentos fluíam pela
minha memória. Eram recordações de fatos
passados, que me atormentavam o espírito.
Não estava certo de que aquela melancolia era
fruto daquele lugar, que a mim parecia ser meu
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próprio refúgio espiritual, ou se por estes
pensamentos fugidios que me traziam de volta
fatos vívidos de lutas e sofrimentos pregressos.
Como aquelas ondas mansas, tranquilas,
amistosas e até carinhosas, tentavam acalmar
meu espírito que balançava no mesmo ir-e-vir.
Apenas uma ideia se fixava em minha
mente, como se em todo aquele universo fosse
este o dado mais importante. Aquele era o ano
de 1870.

A vida é uma só

Eu tinha uma convicção. Aquela data era
de suma importância, porque eu já a havia
vivido. Possivelmente, teria sido a data de
fechamento do último capítulo, do último livro
da interminável obra da alma. Sim, eu estou
convicto disto.
Em um lapso de incerteza, perguntei
mentalmente à fonte: - como sabes que o ano é
o de 1870? Ouço, então, sua resposta
silenciosa, afirmando inequivocamente: - da
mesma forma que tu sabes em qual ano, do teu
calendário, estás agora!
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Redemoinhos de ideias turbilhonaram
minha mente, a qual procuro, rapidamente,
acalmar. Busco, naquele silêncio tão
necessário, novas respostas às minhas
inquisições.
Mentalmente, inicio minhas
elucubrações matemáticas, na tentativa de
evidenciar os argumentos que fizessem sentido
no meu mundo objetivo, de finitas
possibilidades. Afinal, minha mentalidade,
também objetiva, estava ali confinada.
Deduzi, em cálculos aritméticos, que, se
tomasse o ano de 1870 como o ano de
encerramento da última obra vivenciada pelo
meu espírito, e o ano de meu novo
renascimento, como o inicio da sua obra
seguinte, haveria um lapso de tempo, em
nossa dimensão física, de 76 anos. Eis aí,
então, em parâmetros dimensionais físicos, o
tempo que o EU real vivenciou, em sua
dimensão, a sua vida real, ou seja, na
espiritualidade. Este foi seu período de férias
escolares, embora possa ter optado por outros
cursos extracurriculares.
Em qualquer das situações, o mais
importante de tudo isto, é a certeza que
poderemos ter, de que a vida é contínua, sem
quebras. Uma apenas e não múltiplas, como se
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possa imaginar. Apenas, um fluxo e refluxo,
contínuos e infinitos de maravilhosas
transformações. Será sempre a eterna obra
inacabada, a própria biografia da alma.

Nasce uma nova Obra

Escolhi renascer em um lar terrestre, no
qual pudesse desenvolver minha nova obra de
vida, em toda sua plenitude. Fiz planos,
elaborei estudos, determinei metas e métodos.
Consultei meus melhores amigos, e pedi
conselhos úteis. Meditei bastante sobre aquela
nova jornada de trabalho, a qual me propunha
executar. Finalmente, convencido dos meus
desejos, orei ao Pai, pedindo-Lhe sua bênção
e, com fé inabalável, adormeci.
Minha nova obra iniciara. Eu ainda não a
havia batizado. Sim, necessitava de um título
que fosse sua referência. Olhei em volta, e
notei, ainda como sombras bruxuleantes, os
meus novos personagens. Embora carregasse
comigo o roteiro de minha nova história, ainda
assim, não havia um conhecimento mais
profundo do papel que cada um exerceria.
Sabia que a história poderia ser modificada ao
longo do seu curso. Que alegrias poderiam
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transformar-se em tristezas, ou vice-versa. Que
muitas páginas poderiam ser reescritas. Que
alguns capítulos seriam esquecidos e outros
adicionados.
Lembrei, então, dos conselhos dos
queridos amigos, da oração que fiz ao Pai,
pedindo-Lhe apoio. Então, chorei! Chorei muito!
De repente, senti afagos e carícias de
uma mão leve e suave que alisava meu corpo,
num vai-e-vem maternal. Novamente, lembrei-me
da praia, das ondas suaves do mar, que
acariciavam a areia fina e alva, como minha
pele. Recordei-me daquele lugar de paz, que,
embora me houvesse trazido, também, tristes
recordações, me tranquilizavam o espírito.
Então calei!
Tentei abrir os olhos, na esperança de
ver quem me fazia aquele ato tão carinhoso e
suave. Tive quase certeza de que veria aquele
mesmo mar de ondas azuis e cristalinas. Com
muito esforço, consegui abrir os olhos, e vi. Era
mesmo a minha paisagem favorita. Então sorri!
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O bem e o mau

Renascer, viver e crescer, eis a questão!
O renascimento busca o conhecimento.
Sempre buscamos novidades que preencham
os espaços vazios do nosso espírito. São as
experiências que fazem a sua história.
Vivências são importantes, porque
trazem o conhecimento. Não haverá
conhecimento sem vivência.
O crescimento é uma função do
somatório de todas as vivências. Não haverá
crescimento sem vivências.
Na obra interminável da alma, cada
capítulo representa uma vivência. Nesta obra
divina, de autobiografia, a alma conta sua
história, e cada um dos volumes consta,
autografados, na biblioteca infinita do Criador.
Cada um dos capítulos é lido, com
especial atenção, pelo Bondoso Pai, que
sempre presenteia o filho com o próximo tema
a ser desenvolvido.
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Ele se encanta com as histórias vividas por
seus filhos, e rejubila-se com seus
crescimentos.
Lembra-Se, quando o filho ainda era tão
pequeno e inocente, e Lhe perguntava:
- Pai, o que é viver?
Então, com imensa ternura, respondia:
- Viva!
E o filho, escrevia sua primeira história. E foram
escritas outras e outras...
Histórias infindáveis, onde o bem e o mau
apenas serviam de parâmetros de
discernimento, esclarecendo o espírito em sua
interminável jornada, junto ao Pai.

O bom e o mau



Em uma roda de crianças, um adulto
contava a já muito conhecida história de
“Chapeuzinho Vermelho e o Terrível Lobo
Mau”. Embora todas as crianças já a
houvessem ouvido por inúmeras vezes, mesmo
assim, permaneciam com olhares paralisados
de terror, ante o iminente desfecho:
- Então, disse o narrador, o caçador
mata o Lobo Mau, abre-lhe o estômago, e retira
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de lá, vivinhas, a vovozinha e Chapeuzinho
Vermelho.
Uma das crianças, com semblante
tristonho, diz ao contador de histórias:
- Tio, mas o pobre Lobo só estava
cansado e com fome!
O nosso espírito escreve sempre a sua
história, e a apresenta ao Pai. Não conta
sempre a mesma, mas façanhas diferentes,
cheias de emoções, de lutas e de glórias!
O Pai, sempre lê com a mesma
misericordiosa imparcialidade, e registra em
seu volumoso livro, os méritos dedicados a tão
querido filho. Assim, determina o seu grau
evolutivo, e o abraça mais forte para junto de
Si.
- Pai, Vós que sois onisciente, diz-me,
como posso conhecer o bem? – pergunta o
espírito sequioso de conhecimento.
O Grande Pai, amoroso com seu filho
bem-amado, determina que sua próxima obra
lhe mostrará os domínios do mau. E, aquele
filho, mostrando infinita obediência, projeta sua
próxima jornada para atender aos desígnios do
Pai. Renasce em um mundo pleno de
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vibrações espirituais de ordem inferior. Ali,
seria seu laboratório, sua sala de aula, e teria
respostas a todos os seus argumentos.
Vivenciaria cada um deles, o que o tornaria
apto ao conhecimento do bem.
-Pai, eu desejei o conhecimento do bem,
e me enviastes para este mundo de sombras e
horror? – pergunta, tristemente, aquele espírito
sofredor.
-Te criei, a princípio, ignorante de todas
as coisas, para que pudesses vivenciá-las e
compreendê-las. Antes de enxergares a luz,
conheceste as trevas. Assim, não poderias
entender o bem se não dominasses o mau!
- Mas Senhor, se neste mundo tão
violento e mesquinho, onde predominam todas
as forças negativas, meu espírito for por elas
contaminado, não haverás de me amar menos?
– retrucou o espírito, ainda em desalento.
- Te amarei mais ainda filho, pois ao
sentires o quanto és amado, começarás, então,
a conhecer o bem!
Assim, aquele espírito escreveu toda sua
obra, e no último capítulo, tendo a
compreensão total de que, aquilo que entendia
por “mau” nada mais era do que a própria
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ausência do conhecimento das verdadeiras
Leis Divinas, do amor, da caridade e da
solidariedade fraternal, dedicou suas últimas
páginas ao esclarecimento de tais normas e
sentimentos. Legou, aos seus irmãos de
jornada, uma bússola, que os poderia guiar
através daqueles caminhos escuros, em
direção à eterna verdade.
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Visão Cósmica




A amplidão cósmica espalhava-se à
minha frente, para os lados, acima e abaixo,
em minha tela mental. Notava um intenso
contraste entre ausência e presença de luz.
Redemoinhos de luzes agrupadas ali e acolá,
pareciam fogueiras vivas em intensa
convulsão. Rodopiavam em torno de si
mesmas, mostrando um núcleo de forte
condensação de matéria, que ia se espraiando
em raios suaves, ou em grossos cordões
espiralados. Parecia-me impossível expressar
tanta beleza e grandiosidade.
Em outra região, pequenos grupos
luminosos, mais ou menos isolados,
mostravam-se em belos coloridos, e
tonalidades, ora fortes, ora fracas, dentro do
que se mostrava como uma gigantesca nuvem
gasosa. Observei que, mesmo onde se
apresentava somente o negro vácuo, com
absoluta ausência de pontos luminosos, estava
repleto de uma forte energia que, interligava
todo o conjunto.
Tudo estava em movimento suave,
quase imperceptível. Giravam, ou expandiam-se
levemente, em qualquer direção. Imaginei
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estar presente, frente ao portão de uma das
moradas do Pai.
Enquanto minha visão pairava,
observando maravilhado, aquele quadro de
tamanha magnitude e beleza, uma angústia
começou a surgir em minha mente. Uma
gigantesca catástrofe poderia ocorrer, se
houvesse um encontro entre dois aglomerados
mais próximos, que pareciam flutuar, sem
nenhum governo, naquele tetro ambiente, o
qual, a princípio, me parecera infinito, mas,
diante de minha atual preocupação, já não me
satisfazia em tamanho. Repentinamente, veio-me
à mente quantos ignotos mundos
pereceriam consumidos. Quantas vidas
deixariam de existir!
Entretanto, embora forças hercúleas
movimentassem, invisivelmente, cada um
daqueles conglomerados ofuscantes, de
massas incandescentes, havia incontestável
harmonia no conjunto. Como uma grande
orquestra em concerto, onde o maestro, com
seus gestos, determina a perfeita execução da
obra sinfônica.
Acalmou-me o espírito tal ideia e,
serenamente, repousei em corpo físico.
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A grande lei do equilíbrio

Toda a existência busca o
equilíbrio. O forte procura o fraco, para dividir
suas forças, equilibrando suas potências. O
vácuo é preenchido, em sua vacuidade, por
energias semelhantes, embora possam possuir
naturezas diversas. Assim, o maior busca
menor, o positivo atrai o negativo, o masculino
une-se ao feminino, etc. Todo semelhante
busca o seu dessemelhante, e nesta luta de
paz, organizam-se as existências e, em
todos os meios, correntes de energia, de toda
ordem vibratória, estão em contínuas
transformações.
Essas transformações são as bases do
equilíbrio universal. São transformações
energéticas que movimentam todos os
princípios vitais. Não seria possível haver vida
no universo, sem a ação primaz destas trocas
energéticas.
Observe a vida, como ela é. Analise seu
corpo, o funcionamento do seu organismo, e
veja a atuação deste processo vital.
Comecemos pela sua respiração. Seus
pulmões, que impulsionam o ar para dentro e
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para fora, supre as necessidades do oxigênio
vitalizante. Note que seus pulmões procuram
preencher o vazio, na inspiração, até haver o
equilíbrio neste sentido. Em seguida, expele
todo o ar, aliviando as forças potenciais, em
busca de novo ponto de equilíbrio, é a
expiração.
Tomemos mais um exemplo, ainda no
seu próprio corpo. Observe os batimentos do
seu coração, bombeando sangue nutritivo a
todas as partes do seu corpo, propiciando
assim, a continuidade vital. Veja que, aí
também, acontece o mesmo processo de
busca de equilíbrio, do estado pleno para o
vazio, e do estado vazio para o pleno.
Deixando seu corpo físico, busquemos
exemplos desta ação, por outras partes da
natureza. Lembremo-nos das ondas do mar,
que esvaziam suas forças nas areias da praia,
ou nas encostas dos rochedos. Harmonizam
suas energias e, em seguida, retornam ao
ponto original de equilíbrio.
Indo ainda mais distante, procuremos a
ação desta lei no Cosmo, onde residem toda
sorte de forças, em suas atividades maiores,
regendo, de infinito a infinito, a organização e
harmonia do caos.
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Expandem-se as galáxias, em todas as
direções, como se relaxassem as tensões de
forças outrora coercivas, plenas de energia,
que, neste momento, busca o seu ponto de
equilíbrio. É a expiração Cósmica.
Se tomarmos a Lei do Equilíbrio como
uma das grandes leis universais, haveremos de
considerar que este movimento de expansão
cessará, quando houver  alcançado o seu
ponto de equilíbrio potencial. Será iniciada,
então, a busca pelo novo ponto de equilíbrio,
como em um movimento pendular, o
movimento, agora, se dará no sentido inverso.
É a Inspiração Cósmica, pretendendo reunir
novamente, toda sua energia, em um único
ponto.
Nesta observação, vimos que a energia
se expande e se contrai até os limites de suas
forças potenciais, sempre à procura do
equilíbrio dinâmico, como em um movimento
pendular. Contudo, temos a fazer uma
consideração importante. Estamos lidando com
energias que se transformam em massa. É a
energia do mundo físico. Aquela que faz
nascerem estrelas, planetas, gases e, tudo
mais que dá existência ao plano físico.
Existe uma outra forma de energia, que
não se transforma diretamente em matéria, e
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que não obedece a nenhuma lei Newtoniana.
Esta energia diferenciada, está presente e
difundida por todo o universo, e além dele,
preenchendo todos os espaços, em todas as
dimensões. Ela está sempre em perfeito
equilíbrio e harmonia. Não possui correntes
migratórias compensativas, nem complementos
de forças. Ela não pode jamais ser criada nem
tampouco esgotada, embora supra todas as
energias primárias, em suas diversas
transformações. Esta energia vital age sobre o
espírito e sobre a matéria. É responsável pelo
fenômeno da continuidade da vida, atuando
sobre todos os sistemas autônomos dos
organismos.

A espiral evolutiva

O Grande Pai-Mãe, não descansa em
sua obra de criação. Está sempre em constante
atividade, transformando o caos em plenitude,
e retirando da plenitude o resultado de todas as
transformações, elevando a um novo grau
evolutivo.
Primariamente, realiza a primeira
transformação, direcionando sua vontade à
energia primordial, que surge no mundo físico
como energia primária. Esta energia primária, é
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a base de formação da matéria, e segue as leis
universais do plano físico. Sob a égide de tais
leis, surgem todos os elementos e compostos
químicos, inorgânicos e orgânicos, no reino
mineral e animal. Posteriormente, ainda em
função de tais leis, culminam-se as
transformações, possibilitando os processos
vitais, viabilizando a vida inteligente. Neste
patamar evolutivo da matéria, poderá ocorrer a
absorção da energia primordial. Acontece a
religação da criatura com o Criador.
Neste momento, a criatura, em seu grau
evolutivo mais simples, absorve, em sua
complexidade orgânica, a forma mais pura da
energia primordial, mas ainda não tem
capacidade para utilizá-la plenamente.
Na energia primordial, está contido todo
conhecimento do universo, visível e invisível. A
criatura, em seu grau evolutivo primário,
percebe, mas não compreende, pois ainda não
desenvolveu nenhum mecanismo de
transformação objetiva. Faltam-lhe as vivências
que, automaticamente, o suprirá destes
mecanismos.
A primeira vivência do ser corresponde
ao primeiro anel da espiral evolutiva. Ela se
inicia ao primeiro contato do ser com a energia
primordial, quando o Pai insuflou em suas
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narinas o seu hálito divino, e vai seguir, em
vivências futuras, até a plenitude, quando já
não haverá mais nenhum relacionamento com
as energias primárias. O ser passa a
relacionar-se integralmente com as vibrações
provenientes da energia primordial, divina.
De um extremo ao outro, cada anel da
espiral, ou seja, cada uma das vivências do
espírito corresponderá a um nível evolutivo,
que poderá acontecer em planos existenciais
diversos. Aquele em que a criatura possa
sentir-se em perfeita harmonia e equilíbrio
vibratórios.
Poderemos, então, subdividir esta
trajetória, em níveis vivenciais,
correspondentes à infância, juventude,
maturidade e velhice da alma.
A infância, seria desde o momento da
sua primeira absorção do espírito divino, ou
seja, energia primordial, até o momento em que
consegue compreender, após inúmeras
vivências, os sentimentos e emoções mais
básicos, mas ainda não consegue o domínio
sobre os mesmos.
Na juventude da alma, as tendências já
podem ser controladas. Já existe um bom nível
de entendimento e interpretação das
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informações transmitidas pela energia divina.
Fortalece-se a ligação entre o Criador e sua
criatura.
Na sua maturidade, o Ser poderá atingir
a plenitude do entendimento das leis divinas. O
seu espírito absorve toda a energia primordial
e, lê claramente o seu conteúdo. Não haverá
mistérios para o espírito, e sua relação com o
Pai torna-se direta, pessoal, de espírito para
espírito.
A velhice corresponderá ao período em
que o espírito do Ser, confunde-se com o
próprio Criador. Poderemos dizer que o filho
retorna à casa do Pai, como na Parábola do
Filho Pródigo.

Evolução e involução

Em nossa espiral evolutiva, dissemos
que cada uma das espirais corresponde a uma
vivência. Mais ainda, que cada uma destas
vivências pode acontecer no mesmo plano
evolutivo, quando o espírito ainda não houver
atingido a plenitude de conhecimentos
necessários ao seu autodomínio naquele plano.
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Quando o espírito completa o
aprendizado necessário, sente a necessidade,
pela lei do equilíbrio, e, automaticamente, será
alcançado outro plano de evolução, onde sejam
harmoniosas as novas energias vibratórias.
Desde o ponto onde o espírito vivenciou
a primeira experiência, dentro de um
determinado plano evolutivo, até a sua última
experiência, dentro deste mesmo plano, o
espírito experimenta o processo de evolução.
No momento em que se transportou para
outro plano, imediatamente superior, ocupará
outra base de evolução. Deixou a mais alta
ordem em um plano inferior, e passou a mais
baixa ordem em um plano superior. Acontece,
então, o fenômeno relativo da involução.
Poderemos substituir o termo “involução”
pelo termo “transição”, que considero mais
apropriado.
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Uma visão da grande “roda”.

Surgiu em minha mente a imagem da “Grande
Roda”. Na verdade, seria um grande caminho.
O espírito orbitando em torno de um eixo
imaginário, que aponta na direção do infinito. A
roda, é o caminho desviado da direção que
seria correta, se não houvesse os transtornos
que fazem desviar o espírito de seu caminho
rumo à luz.
O que produz este desvio são os sentimentos,
e tudo que é produzido durante a vivência do
espírito no casulo material.
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terça-feira, 2 de abril de 2019

Sobre os benefícios transformativos da meditação



Sobre os benefícios transformativos da meditação

por Paramahansa Yogananda
(April edition of the Self-Realization Fellowship eNewsletter)


Meditação é a ciência da realização de Deus. É a ciência mais prática do mundo. A maioria das pessoas gostaria de meditar se compreendesse seu valor e experimentasse seus efeitos benéficos.


A porta para o reino dos céus está no centro sutil da consciência transcendente no ponto entre as duas sobrancelhas. Se você focar sua atenção naquele lugar de concentração, encontrará tremenda força espiritual e ajuda interior.


Como um primeiro passo para entrar no reino de Deus, o devoto deve ficar parado na postura correta de meditação, com a espinha ereta, e tensionar e relaxar o corpo - pois, por relaxamento, a consciência é liberada dos músculos.

O iogue começa com a respiração profunda adequada, inalando e tensionando todo o corpo, exalando e relaxando várias vezes. A cada expiração, toda a tensão e movimento muscular devem ser afastados, até que um estado de quietude corporal seja alcançado.


Então, pelas técnicas de concentração, o movimento inquieto é removido da mente. Na perfeita quietude do corpo e da mente, o iogue desfruta da paz inefável da presença da alma.


No corpo, a vida é templificada; na mente, a luz é templificada; na alma, a paz é templificada. Quanto mais profundo se entra na alma, mais a paz é sentida; isso é superconsciência.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Obreiros Inocentes, tecnocristos



Obreiros Inocentes, tecnocristos(*).
Luiz A C Pimentel
A Doutrina Espírita, conforme a codificação de Allan Kardec, repousa sobre três aspectos: filosófico, religioso e científico. Esta tríade tem como objetivo a formação do Homem integral, por fornecer as bases do conhecimento legado pela espiritualidade, que requer o conhecimento, a ideia e obediência aos princípios cristãos. Forma um tripé, sobre o qual se apoia todo o conteúdo doutrinário.
Conforme Allan Kardec, “O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, ela consiste nas relações que se pode estabelecer com os Espíritos; como filosofia, ela compreende todas as consequências morais que decorrem dessas relações”. (KARDEC, A., "O que é o Espiritismo", Instituto de Difusão Espírita, 28a. edição, 1993.)
Os três lados do triângulo que representam estas bases deveriam ser equiláteros, ou seja, o conhecimento filosófico, científico e o religioso transmitidos aos adeptos com equidade. Entretanto, assim não acontece na prática, sendo preocupação de poucos esta relação de dependência. A absorção do conhecimento fica por conta das características individuais dos adeptos, das suas disposições para uma ou outra facilidade de assimilação dos respectivos conteúdos de acordo com sua aceitação pessoal. São notáveis também as peculiaridades da comunidade onde se aplica. Os costumes populares têm grande influência na receptividade, como também no que é oferecido como ensinamento, dentro dos três ramos da Doutrina.
A Organização Mundial de Saúde já reconhece a influência espiritual, e por consequência, o mundo espiritual. Veja no texto abaixo, escrito pelo Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, Professor da Faculdade de Medicina DA USP, onde já é obrigatória a cadeira de Medicina e Espiritualidade:

“... A OBSESSÃO ESPIRITUAL como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina... desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecido na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID – Código Internacional de Doenças – que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 – define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.”
No Brasil em particular, a denominada “Pátria do Evangelho” por Francisco Xavier, em obra ditada pelo espírito Humberto de Campos, o maior país espírita tem seu povo de origem humilde e subserviente desde suas origens. Esse povo, de coração bondoso e crédulo, não faz questão de atestar sua crença por meio de fórmulas matemáticas nem de pensamentos profundos de filosofia. Segue o que lhe dita o coração e a fé.
Em ambiente assim, não haveria de prosperar, com facilidade, o ramo filosófico e muito menos o caráter científico do espiritismo. O Brasil, sendo a maior população espírita do planeta, possui maiores possibilidades de desenvolver todas as tendências, entretanto, nota-se grande desnível a favor do espiritismo religioso. Mas a Doutrina é dos espíritos, homens de outra dimensão que sobre nós espraiam, sobretudo, bênçãos de luz e desejam nossa prosperidade integral. Trabalham em prol de toda humanidade, à qual pertencem, no desejo de que, de modo coerente e equilibrado, conquiste um futuro luminoso.
O Espiritismo e a Ciência se completam um pelo outro; a Ciência, sem o Espiritismo, se acha impossibilitada de explicar certos fenômenos, unicamente pelas leis da matéria; o Espiritismo, sem a Ciência, ficaria sem apoio e exame” (Kardec,”A Gênese”, Caráter da Revelação Espírita,16).
Aqui, o Espiritismo como ciência, avança quase que no anonimato, sustentado por adeptos de mente aberta que acreditam com fé inabalável na necessidade da mudança nos métodos outrora empregados para o estudo deste lado da Doutrina. Devemos passar da simples observação passiva, para uma relação mais ativa como o “outro lado”. Nossos parceiros clamam por nossa atenção, no sentido de que novos tempos são chegados e que já possuímos ferramentas mais adequadas para uma comunicação mais abrangente e sólida. O tempo das batidas, mesas girantes e outros métodos atuais para esta comunicação já carece de uma atualização para procedimentos que utilizem o lado científico da Doutrina.
A partir do ano de 1959, a espiritualidade, através de Friedrich Jürgenson, iniciou uma nova maneira de estabelecer contato. Desde então, outros pesquisadores deram sequência ao estudo realizando novas exitosas experiências. Esta nova técnica de comunicação tem hoje o nome de TCI, ou Transcomunicação Instrumental.
Se utilizarmos o décimo, que nos é peculiar, de inteligência cerebral, e meditarmos um pouco sobre o trabalho executado pelo plano espiritual, donde tudo se origina, para levar à frente este Projeto Terra, certamente chegaremos à conclusão de que a tecnologia que hoje possuímos tem um mérito mais elevado do que possibilitar o seu uso para fins exclusivamente egoístas e perniciosos. Convém imaginar que algo maior é cogitado.
O equilíbrio é preciso para esse progresso e, assim, fazem-se necessárias ações que possam compensar a falta localizada em algumas partes do planeta, dos conhecimentos essenciais para o sucesso dessa jornada.
Através dos “Obreiros Inocentes ou Tecnocristos” a espiritualidade participa, preenchendo as lacunas, onde existam, dos conhecimentos técnicos e científicos de que precisa a humanidade, para a continuidade do seu progresso.
Com sábia objetividade, escolhe o lugar e o tempo certo, onde a carência é bem visível, para prover essa necessidade. Com muita frequência, envia-nos diversos mensageiros que, inocentes de suas missões quando aqui chegam, agem, ora isoladamente, outras vezes juntam-se no estudo de um projeto que, finalmente resulta em um avanço científico que beneficiará a humanidade como um todo.
Denomino estes espíritos encarnados de “Obreiros Inocentes” por geralmente desconhecerem o verdadeiro teor de suas missões – é comum preconizarem-se como ateus. Tecnocristos, pois quando desempenham missão de teor puramente científico, requerendo desses voluntários espirituais, total abandono de si mesmos, em prol da ciência. Crucificam-se nos laboratórios voluntariamente, doando-se ao altruísmo.
Aos espíritos não influi a tendência religiosa destes servidores. O que importa é o sucesso de sua missão. Eventualmente, a descrença de uma realidade mística vem colaborar nesse sucesso. Evidentemente, este espírito inocente, momentaneamente desfocado de sua situação cósmica, é assistido amplamente pela espiritualidade que trabalha ao seu lado. Eis porque, com frequência, sentem-se intuídos em atividades paranormais, ou deixam-se levar por pensamentos acerca de assuntos dessa natureza.
A finalidade precípua desta intervenção é, sem dúvidas, suprir a humanidade das necessidades básicas para uma missão maior a qual seria o conhecimento indubitável para o homem, da existência à qual faz parte – a Realidade Cósmica. O conhecimento dessa realidade e o relacionamento mútuo homem-cosmo; homem-matéria; homem- espírito.
Dentre muitos, citarei como exemplo, um desses Obreiros Inocentes, que nos legou extraordinário avanço tecnológico, proporcionando a toda humanidade os frutos de seus trabalhos e suas invenções. Chamou-se Nikola Tesla e esteve entre nós de 1856 a 1943.
Dentre dezenas de invenções podemos citar: Transmissão de energia elétrica a longa distância; motores de indução elétrica; o rádio; a lâmpada a gás e outros tantos que hoje fazem parte do nosso dia a dia.
Nikola Tesla foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e eletrotécnica, de etnia sérvia nascido na aldeia de Smiljan, Vojna Krajina, no território da atual Croácia. (Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla).
Não cabe aqui sua biografia, a qual pode ser vista no link acima, porém os dados de sua personalidade, que nos levam ao que afirmamos neste artigo.
Tesla não se deixava corromper pelo dinheiro nem por posições sociais. Seu foco de vida visava uma única coisa acima de tudo – o bem da humanidade. Com esta ideia, lutou bravamente toda a vida, superando toda espécie de trapaça, má vontade e ganância de aproveitadores que dele extorquiram vantagens com exclusiva intenção de enriquecimento próprio. Todo dinheiro que conseguiu foi empregado nessa missão, não tirou nenhum proveito em causa própria, morrendo “naturalmente”(?) pobre e só em um quarto de hotel. Durante sua vida, totalmente dedicada à ciência, teve diversos lampejos da existência em outras dimensões. Em uma delas pôde perceber a morte de sua mãe que vivia distante. Nikola Tesla foi um Obreiro Inocente ou Tecnocristo da mais alta qualidade, que cumpriu de forma maravilhosa a missão que lhe foi confiada no Planeta Terra.
É de sua autoria o seguinte pensamento que se refere à natureza de suas ideias, pesquisas e invenções:
O mundo não está preparado para isto. É algo muito além do nosso tempo, mas as leis vão prevalecer, e um dia farão um sucesso triunfante”. (Nikola Tesla)


(*) Tecnocristo: termo criado por mim para designar uma situação que envolve a tecnologia (tecno) e o envolvimento de sacrifício pessoal (cristo) visando o bem-estar coletivo.
Referência Bibliográfica:
KARDEC, A.,”A Gênese”
KARDEC, A., "O que é o Espiritismo", Instituto de Difusão Espírita, 28a. edição, 1993.)
Site: Uniespirito
TESLA, N., - Wikipédia

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sábado, 26 de janeiro de 2019

Extrair o texto de imagem digitalizada


Descobri recentemente uma forma de extrair o texto de uma imagem digitalizada, de forma que o mesmo fosse completamente editável. Muitas pessoas necessitam desta técnica para que documentos de texto digitalizados retornem ao formato original, de forma fácil, sem exigir a necessidade da utilização dos OCRs caros e difíceis de conseguir. O teste foi feito em imagem do tipo .jpg, mas acredito que também funcione, sem problemas, para outros tipos de imagens. Houve um problema para documentos de texto com múltiplas colunas; neste caso, deve ser feito um tratamento preliminar para transformar cada coluna em um único documento.
Como isto funciona? É bastante simples. Primeiro, necessitamos possuir uma conta no Google. Todos sabem que quando você abre uma conta no Google, então possuirá uma série de serviços oferecidos gratuitamente. Conta aberta, um dos serviços gratuitos que você terá direito é o Google Drive – um repositório (Google Drive) onde você poderá arquivar diversos tipos de arquivos. Para saber mais a respeito, busque no próprio site da Google as informações detalhadas.
O segundo passo consiste em salvar o arquivo imagem, referente ao artigo, no citado repositório virtual. Para fazer isto, você deve se logar na sua conta Google e acessar o seu Google Drive (veja a figura) abaixo:

Para acessar o Google Drive, clique no ícone “Drive”.
A seguir, quando houver acessado a página do seu Google Drive, poderá fazer o upload do arquivo desejado. Veja a figura a seguir:

1- Clique em “Meu Drive” e escolha a opção “Fazer upload de arquivos”.
2 – Escolha o arquivo que deverá estar no diretório do seu computador e clique em “Abrir”
3 – Aguarde, enquanto o processo é concluído. Visualize no canto inferior direito da tela a mensagem do aplicativo informando a conclusão do upload.
Após salvar o arquivo no Google Drive, restará abrir tal arquivo utilizando o aplicativo do Google intitulado “Documentos Google”. Para fazer isto, selecione o arquivo clicando sobre ele com o botão direito do mouse. Escolha “Abrir com” e depois clique na opção “Documentos Google”. Veja a figura abaixo:

O documento será aberto no aplicativo mostrando na primeira página a figura do arquivo original. Role então para as páginas seguintes e verá o texto que compõe a figura no formato de texto puro, editável. Veja na figura abaixo; na página superior vemos a figura original e na página abaixo e subsequentes, o texto puro correspondente.

Verifique todo o texto gerado para corrigir algumas imperfeições que surgem devido à deficiência da nitidez da imagem. O próprio aplicativo já facilita esta operação – clique com o botão direito do mouse sobre a palavra a corrigir e o aplicativo lhe oferecerá uma sugestão, aceite ou corrija ao seu critério.
O problema referente às colunas, as quais menciono no início, é porque o aplicativo considera sempre como se fosse somente uma coluna, e mistura os textos das diversas colunas, criando uma confusão no texto final. Então, para resolver esta situação, eu fiz o seguinte:
1 – Editei o arquivo original multicolunas no PhotoShop, criando para cada coluna uma imagem separada.
2 – Tratei cada uma destas colunas separadamente no aplicativo da Google, obtendo o texto final sem nenhuma mistura.
3 – Utilize um editor de texto para reagrupar os diversos blocos de texto da forma que melhor lhe convier.
Àqueles que estiverem interessados, mas não sabem como obter as colunas em separado, utilizando o PhotoShop ou outro aplicativo qualquer, faça contato comigo que passarei as informações para que consiga um bom resultado.